Densitometria Óssea

A melhora nas condições gerais de saúde e a crescente expectativa de vida populacional tornaram também as doenças degenerativas mais prevalentes. Dentre as diversas alterações impostas pelo avanço da idade, a perda mineral óssea é a mais comum, levando a profundas alterações estruturais do esqueleto com grande impacto na qualidade de vida, podendo, muitas vezes, determinar fraturas que geram incapacitação e comorbidades.

Neste contexto, o diagnóstico precoce da osteopenia e da osteoporose é determinante para o planejamento preventivo ou terapêutico. Múltiplas técnicas para a determinação da massa e densidade ósseas foram introduzidas na prática médica, porém a Densitometria por Raios-X Dual-Energy (DXA) se estabeleceu como o método ideal para esta avaliação, tendo protocolos e padronização bem estabelecidos em todo o mundo e no Brasil, através de associações específicas como a International Society for Clinical Densitometry (ISCD) e a Sociedade Brasileira de Densitometria Clínica (SBDens).

Estas instituições indicam a realização da Densitometria DXA em muitas situações, incluindo:

  • Mulheres com mais de 65 anos;
  • Homens com mais de 70 anos;
  • Mulheres na perimenopausa;
  • Mulheres interrompendo terapia de reposição hormonal (TRH);
  • Homens com mais de 50 anos, com fatores de risco;
  • Acompanhamento do tratamento da osteoporose;
  • Indivíduos em tratamento com medicações que determinam perda óssea;
  • Adultos com antecedente de fraturas por fragilidade óssea;
  • Crianças com fraturas repetitivas, possivelmente relacionadas à baixa densidade mineral óssea;
  • Avaliação de crianças e adolescentes com doenças sistêmicas que possam cursar com baixa densidade mineral óssea.

Os estudos são realizados compreendendo áreas específicas do corpo, como coluna, fêmur ou antebraço, que geram medidas comparadas com determinados escores para as situações clínicas e faixas etárias específicas, avaliando o desvio dos seus valores, o que determina os diagnósticos de osteopenia ou osteoporose. Outra aplicação é o exame de Avaliação de Fraturas Vertebrais, indicado em casos selecionados, realizado também com a técnica DXA, através da morfometria vertebral quantitativa.

O Exame de Composição Corporal é outro grande trunfo da técnica DXA, com importante aplicação na Medicina Esportiva e em situações clínicas que envolvem alterações na relação corpórea de tecido ósseo, gorduroso e massa magra, fornecendo com grande precisão a relação entre estes componentes.

O Centro Radiológico Campinas conta com moderno aparelho de densitometria óssea por Raios-X Dual Energy, Lunar Prodigy, da General Electric (GE Healthcare), capaz de realizar exames de Densitometria Óssea, Avaliação de Fraturas Vertebrais e Exame de Composição Corporal com agilidade e confiabilidade inigualáveis, baixíssima dose de radiação, gerando relatórios padronizados e de fácil leitura, facilitando o entendimento e comunicação ao paciente.
O exame pode ser agendado em nossa central de atendimento e não requer preparo específico. É necessário trazer apenas os exames de densitometria anteriores, quando disponíveis.

 

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